Educação estatística; ensino da estatística e cidadania

STATISTICAL THINKING / O PENSAMENTO ESTATÍSTICO

  • Why Statistical Thinking Matters, Thomas E. Love, Ph. D., Case Western Reserve University, Greater Cleveland Council of Teachers of Mathematics. (pdf)
  • Training Teachers to Develop Statistical Thinking, Maxine Pfannkuch, The University of Auckland, New Zealand (pdf)
  • Common Pitfalls in Statistical Thinking, Mark C. Paulk - Carnegie Mellon University, Elaine B. Hyder - Carnegie Mellon University. According to many best practices frameworks for quality management and process improvement, statistical thinking is an intrinsic part of building organizational capability. In all of these frameworks there is a degree of flexibility in how the statistical thinking concepts are implemented, because these frameworks apply to many different contexts. Flexibility, however, also leads to ambiguity and inconsistency. The purpose of this article is to identify what has been observed in some organizations implementing statistical thinking. These observations can be lessons learned to help accelerate the learning curve for others implementing these frameworks.

STATISTICS EDUCATION / EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA

  • Guidelines for Assessment and Instruction in Statistics Education, College Report, endorsed by the American Statistical Association. The GAISE project was funded by a member initiative grant from the ASA in 2003 to develop ASA-endorsed guidelines for assessment and instruction in statistics in the K–12 curriculum and for the introductory college statistics course. Our work on the college course guidelines included many discussions over email and in-person small group meetings. Our discussions began by reviewing existing standards and guidelines, relevant research results from the studies of teaching and learning statistics, and recent discussions and recommendations regarding the need to focus instruction and assessment on the important concepts that underlie statistical reasoning.
  • Journal of Statistics Education, An International Journal on the Teaching and Learning of Statistics. JSE is a publication of the American Statistical Association.                              
  • College Board - Advanced Placement Program - AP Statistics - 2010 Free-Response Questions. The College Board is a not-for-profit membership association whose mission is to connect students to college success and opportunity. Founded in 1900, the College Board is composed of more than 5,700 schools, colleges, universities and other educational organizations. Each year, the College Board serves seven million students and their parents, 23,000 high schools, and 3,800 colleges through major programs and services in college readiness, college admission, guidance, assessment, financial aid and enrollment. Among its widely recognized programs are the SAT®, the PSAT/NMSQT®, the Advanced Placement Program® (AP®), SpringBoard® and ACCUPLACER®. The College Board is committed to the principles of excellence and equity, and that commitment is embodied in all of its programs, services, activities and concerns. 
  • Statistics, Probability, and Survey Sampling (to AP Statistics) - This web site provides training and tools to help you solve statistics problems quickly, easily, and accurately - without having to ask anyone for help. Teach Yourself Statistics Online. Learn at your own pace. Free statistics tutorials cover statistics, probability, and survey sampling - all explained in plain English. 1) Advanced Placement (AP) Statistics. Full coverage of the AP Statistics curriculum. 2) Statistics and Probability. AP Statistics curriculum, plus additional topics.
  • Advanced Placement (AP) Statistics Practice Exam - This is a practice test for the multiple-choice section of the Advanced Placement (AP) Statistics Exam. Like the actual AP Statistics Exam, this test includes 40 questions covering a variety of topics.
  • Oficina: Estatística para Todos - Profa. Dra. Lisbeth K. Cordani. Este material sugere 3 atividades a serem realizadas em sala de aula, sob a forma de oficina, as quais, dentro de uma abordagem pró-ativa, deverão realizadas com a real participação de todos os envolvidos. Cobriremos tópicos que incluem probabilidade, estimação e análise de dados, o que propiciará o desenvolvimento inicial do espírito crítico em relação a cada uma das áreas. A escolha por estas três atividades se deve à nossa experiência de uma quinzena de aplicações com diferentes grupos de professores.
  • Novas Tecnologias de Informação e Comunicação nas Relações de Aprendizagem da Estatística no Ensino Médio - Profa. Sandra Mara Silva Brignol - Projeto de monografia apresentado ao Curso de Especialização em Educação Estatística com ênfase em softwares estatísticos, como exigência parcial para obtenção do título de especialista sob orientação da Profa. Dra. Irene Carzola. Faculdades Jorge Amado - Especialização em Educação Estatística com Ênfase em Softwares Estatísticos.
  • Educação Estatística Crítica: Uma possibilidade? - Dissertação de mestrado elaborada por Luana Oliveira Sampaio junto ao Programa Pós-Graduação em Educação Matemática, Área de Concentração em Ensino e Aprendizagem da Matemática e seus Fundamentos Filosófico-Científicos, para obtenção do título de Mestre em Educação Matemática. Orientadora: Profa. Dra. Maria Lucia Lorenzetti Wodewotzki. UNESP - Instituto de Geociências e Ciências Exatas.
  • Uma proposta metodológica para o Tratamento da Informação no Ensino Fundamental e Médio - Danielle Loureiro Roges (PPGBEA, UFRPE) e Rita de Cássia de Lima Idalino (PPGBEA, UFRPE) - Atualmente, os meios de comunicação recorrem à Estatística para avaliar e traduzir o assunto abordado, pois ela proporciona uma linguagem que agiliza a leitura tornando sua visualização mais fácil e agradável. Compreendendo o quão é indispensável que saibamos interpretar os dados estatísticos que nos são apresentados, desenvolvemos uma sequência de atividades, envolvendo o tema Tratamento da Informação, a partir de sua contextualização e da exploração de gráficos e tabelas apresentados em jornais e revistas, numa perspectiva sócio-histórica de Vygotsky(2003), que auxiliará os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem no desenvolvimento de habilidades e competências para uma leitura crítica de gráficos e tabelas. As atividades foram separadas em cinco etapas. Na etapa I demonstramos como os gráficos e tabelas são amplamente utilizados, pelos meios de comunicação a partir de exemplos contextualizados. Na etapa II construímos tabelas para representar os dados numéricos contidos em reportagens, retiradas de jornais e revistas. Na etapa III representamos os dados contidos nas tabelas, construídas na etapa II, através de um gráfico de barras. Na etapa IV exploramos a relação entre os dados contidos numa tabela e os dados de alguns gráficos de setores. Por fim, realizamos um levantamento de dados a partir de uma pesquisa e os resultados foram apresentados numa tabela e num gráfico de segmentos. As etapas comprovaram a eficácia no aprendizado com a contextualização do tema.